Marketing de Conteúdo

Por que investir em Native Advertising?

Enquanto crescem estratégias de mídia social e sobem os preços para anúncios em banners, nasce também uma nova estratégia de publicidade na internet: native advertising.

O termo tem sido traduzido para o português como publicidade nativa (ou anúncios nativos), que é a prática de publicar artigos, postagens, histórias, etc. no meio do conteúdo do site ou rede social, como conteúdo patrocinado. O conteúdo é pago e identificado como publicitário, porém é colocado no meio do site/canal como se fosse mais uma postagem. Há diferentes formas de fazer, depende do canal de comunicação em que se anuncia, como sites de conteúdo, blogs, revistas, e mídias sociais como Twitter, Tumblr, Instagram e Facebook (disponível até abril somente). A plataforma e as políticas de cada canal determinam a forma como o native advertising pode ser feito, como postagens, imagens textos, vídeos, etc.

Veja alguns exemplos:

Tumblr:

tumblr-desktop-patrocinado

Twitter:

tweet promovido

Instagram:

patrocinado-instagram-

UOL Native Ads

Assista uma palestra do Leandro Ramos do UOL sobre o Native Advertisement:

É um tipo de publicidade direcionada para o leitor de um site diferente de um banner, que pode ser facilmente ignorado. Com a grande quantidade de links patrocinados e banners não solicitados, os usuários estão ficando habituados a ignorar essas formas de publicidade. Native advertising surge como uma alternativa nesse cenário, sendo uma das formas de conseguir se comunicar com clientes e prospects através de uma grande audiência, mas oferecendo conteúdo de algum valor para esse consumidor, em um local onde ele está habituado a frequentar, sem ser intrusivo.

É um conceito similar a um publi-editorial (no caso de ser usado por portais de comunicação, revistas, blogs, por exemplo), onde o anunciante faz um esforço para ganhar atenção fornecendo conteúdo valioso e dentro da experiência do usuário.

Assim, é possível envolver os consumidores com um conteúdo direcionado e no canal frequentado por eles. Esse tipo de ação funciona melhor quando o conteúdo é o destaque e não o anunciante. Pesquisas realizadas com native advertising nos Estados Unidos mostraram que o leitor tende a rejeitar publicações onde o logo da empresa está em maior destaque do que o próprio título do texto, por exemplo.

Publicidade nativa nasceu como uma forma de sites e canais sociais gerarem receita sem serem tão intrusivos para o consumidor. Em geral, as postagens aparecem na timeline normal dos usuários, aparecendo apenas uma vez e sendo empurrados para fora da tela com as atualizações da mesma forma que as outras postagens, apenas acompanhadas de um aviso do tipo “patrocinado”. No caso de um blog, pode ser um artigo patrocinado, identificado.

É bom para os consumidores, que não tem sua experiência com o conteúdo interrompida, não se sentindo tão invadidos, e é bom para a plataforma porque é mais uma forma de gerar receita. E é bom para o anunciante, porque é uma forma de visibilidade melhor do que o banner e capaz de agregar valor à marca.

Essa nova forma de entrar em contato com os clientes pode ser usada para atraí-los não somente no sentido de associar conteúdo à marca, mas para os próprios canais de conteúdo dessa empresa. Pode ser um excelente chamariz e o começo de uma estratégia de marketing de conteúdo.

Native advertising tem sido especialmente usada para fazer mobile marketing, já que é menos intrusiva para o consumidor e é baixa a taxa de cliques em banners na publicidade em dispositivos móveis.

É importante anunciar conteúdo realmente relevante, para que o consumidor não se sinta enganado ao acessar um conteúdo parecido, por exemplo, com a postagem de um blog que ele gosta de ler e ao abrir se depare com um post sobre produtos. Pega mal para o canal e para o anunciante. É preciso atingir o leitor oferecendo algo de útil.

Os maiores canais de social media já adotaram a prática de vender native advertising e marcas conhecidas mundialmente já aderiram, como Starbucks, Dell, IBM, Michael Kors, etc.

A diferença com relação aos anúncios normais é que native advertising está inserido dentro do fluxo editorial, não como um banner. Por isso, conquista mais o consumidor.

Rafael Rez

Autor do livro "Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI", com 3.000 cópias vendidas nos primeiros 90 dias. Possui MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 2013. Fundador da consultoria de marketing digital Web Estratégica. Além de Empreendedor e Consultor, é Professor de Pós e MBA em diversas instituições de ponta. Em 2016 fundou a Nova Escola de Marketing.

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